quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Como formar leitores escritores?



Como formar escritores competentes? De que forma o trabalho em sala de aula pode incentivar a leitura e a escrita dos alunos? É possível a escola atual ser mais significativa e atrativa? Essas questões estão fortemente presentes no cotidiano dos professores comprometidos com sua prática e conscientes de seu papel na sociedade. Nesse sentido, ao utilizar em suas aulas os diversos tipos de textos disponíveis, o educador tem a possibilidade de assegurar aos alunos o direito a aprender com significado, desde o início da alfabetização, além de demonstrar que a língua escrita é uma construção coletiva, viva e inacabada, produzida e modificada constantemente pela humanidade. Enfim, o trabalho com gêneros textuais destaca a função social da escrita, seja para informar, divertir, comunicar ou socializar.
No entanto, muitas vezes constatamos, no dia-a-dia da escola, que grande parte dos alunos considera a leitura algo chato e desnecessário; dessa forma, demonstram pouco interesse em ler, discutir, compreender e interpretar os textos apresentados. Paralelamente, como educadores, somos atingidos por frustrações sucessivas ao solicitar produções textuais: além de não gostarem de escrever, muitas crianças e jovens pensam que não sabem ou não são capazes de fazê-lo. Diversos fatores, que resultam comumente de um ensino ou de metodologias ineficazes, comprovam que cada vez menos os alunos escrevem algo satisfatório: falta de estrutura e coesão textual, repetição excessiva de palavras e ideias, dificuldade para expor e organizar o pensamento, erros ortográficos crassos, falta de pontuação ou uso inadequado da mesma...
Porém é possível, através de estratégias simples, mas cuidadosamente planejadas e pensadas, promover um ensino da leitura e da escrita, desde a alfabetização, que forme alunos leitores e escritores. O trabalho com gêneros textuais é imprescindível nessa perspectiva.
Nesse blog busco demonstrar, através de exemplos, técnicas, estratégias e sugestões de atividades diferenciadas e simples (porém com objetivos claros), um caminho para que os educadores possam efetivamente abordar essa diversidade de textos em suas aulas, beneficiando assim os alunos com um ensino de qualidade e significativo. Afinal, leitura e escrita são práticas sociais e assim devem ser tratadas pela escola.

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